Perdoando os próprios pecados
Descobrir o idiota, identifica-lo com a própria vida é um grande salto, eu já disse isso. Mas essa dificuldade que muitos nem enfrentam, não é a única e o movimento de se corrigir não termina ai. É preciso mais.
Ver e constatar nossos pecados é como flagrar um diabo que cultivamos. Sondar a própria sombra é algo nada encorajador. É uma auto-humilhação. A próxima dificuldade está em depois de assistir a própria idiotice, lançar um olhar de afeição, e ter um pouco de amor próprio. É tudo tão difícil como desatar um grande nó. Requer paciência. Requer tomar decisões difíceis ao invés das fáceis. Compreender uma situação é mais difícil do que colocar nela uma epígrafe e deixar pra lá. .
Algum desconto deve sempre ser dado, senão não há modos de conciliar. Alguma má orientação, alguma palavra indevida que cortou o coração, jogada em nossa cara quando ainda eramos frágeis e inocentes, também nos sabotou. Não há uma pessoa nesse mundo que não sofreu arranhões e não foi pisado nalgum momento. O ciclo do mal. Tu me feres e eu descarrego em outro. E assim nos ferimos, nos marcamos e nos contaminamos. A meleca que grudou pode ficar grudada pra sempre.
Há momentos que a mente simula o passado, sem ser solicitada. É um tipo de higiene. A situação é recolocada pra que a mente reveja. São provas. A resposta certa nos redime. É assim que nos perdoamos e nos livramos da meleca.
Ver e constatar nossos pecados é como flagrar um diabo que cultivamos. Sondar a própria sombra é algo nada encorajador. É uma auto-humilhação. A próxima dificuldade está em depois de assistir a própria idiotice, lançar um olhar de afeição, e ter um pouco de amor próprio. É tudo tão difícil como desatar um grande nó. Requer paciência. Requer tomar decisões difíceis ao invés das fáceis. Compreender uma situação é mais difícil do que colocar nela uma epígrafe e deixar pra lá. .
Algum desconto deve sempre ser dado, senão não há modos de conciliar. Alguma má orientação, alguma palavra indevida que cortou o coração, jogada em nossa cara quando ainda eramos frágeis e inocentes, também nos sabotou. Não há uma pessoa nesse mundo que não sofreu arranhões e não foi pisado nalgum momento. O ciclo do mal. Tu me feres e eu descarrego em outro. E assim nos ferimos, nos marcamos e nos contaminamos. A meleca que grudou pode ficar grudada pra sempre.
Há momentos que a mente simula o passado, sem ser solicitada. É um tipo de higiene. A situação é recolocada pra que a mente reveja. São provas. A resposta certa nos redime. É assim que nos perdoamos e nos livramos da meleca.
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