Deus falou comigo
Eu não sei se Deus existe, mas acho algo falou comigo. Falou dentro do meu coração, como se esse algo ali morasse e me conhecesse melhor que eu mesmo. Mesmo eu o tento renegado tantas vezes essa coisa, e a desacreditado, a coisa creu em mim. Parece que a gente antes de se abrir pra algo que soa como nossa verdade interior, temos que perseverar na mentira até esgotá-la. Um tipo de mentira que honestamente abraçamos sem perceber que o falso se faz de verdadeiro, e vivemos o engano desapercebidos. Eu digo isso na primeira pessoa do plural pois vejo isso a minha volta. Gente equivocada, auto-iludida, como eu me vi também.
Fracassado em muitas coisas, eu estava rendido. Repleto da mais hostil auto desconfiança.
Foi quando essa voz no meu interior me disse de maneira impactante: és um idiota!
Esse fui um divisor na minha jornada. Eu poderia me entristecer, me revoltar, negar, tombar mais ainda, mas foi ai que uma luz se acendeu na minha mente: é verdade! Sou e tenho sido muito idiota!
Segurei isso. Carreguei comigo. Constatei a veracidade. Não encontrei nenhum falsidade nessa afirmação. Era tão revelador.
Eu era um perfeito idiota e isso era genuíno auto-conhecimento. Não se trata de autodepreciação, mas de conhecer algo tão importante e transformador. Como pode alguém almejar a sabedoria sem constatar que abriga em si um tolo? A primeira coisa é encarar o idiota e percebe-lo bem. Ele sempre esteve ali, causador de confusão, desnorteador, louco que precisa ser tratado.
Essa foi a grande descoberta que fiz. Eureka!
Fracassado em muitas coisas, eu estava rendido. Repleto da mais hostil auto desconfiança.
Foi quando essa voz no meu interior me disse de maneira impactante: és um idiota!
Esse fui um divisor na minha jornada. Eu poderia me entristecer, me revoltar, negar, tombar mais ainda, mas foi ai que uma luz se acendeu na minha mente: é verdade! Sou e tenho sido muito idiota!
Segurei isso. Carreguei comigo. Constatei a veracidade. Não encontrei nenhum falsidade nessa afirmação. Era tão revelador.
Eu era um perfeito idiota e isso era genuíno auto-conhecimento. Não se trata de autodepreciação, mas de conhecer algo tão importante e transformador. Como pode alguém almejar a sabedoria sem constatar que abriga em si um tolo? A primeira coisa é encarar o idiota e percebe-lo bem. Ele sempre esteve ali, causador de confusão, desnorteador, louco que precisa ser tratado.
Essa foi a grande descoberta que fiz. Eureka!
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